Gestação de menina estuprada pelo avô em Patos ainda não foi interrompida e pai virá à Paraíba para avaliar situação com avó - Portal Picuí Hoje

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Gestação de menina estuprada pelo avô em Patos ainda não foi interrompida e pai virá à Paraíba para avaliar situação com avó

Em 21 de dezembro de 2021 a criança contou para a família que o avô havia abusado dela. Desde então, foi iniciado o acompanhamento da menina e a busca pelo suspeito.
Foto: Reprodução Pixabay/Imagem ilustrativa
A gestação da menina de 12 anos estuprada pelo avô no distrito de Santa Gertrudes, em Patos, no Sertão da Paraíba, ainda não foi interrompida, conforme apurou o ClickPB. O pai dela virá à Paraíba para avaliar a situação com a avó da criança, ainda de acordo com informações recebidas pelo site.

Em 21 de dezembro de 2021 a criança contou para a família que o avô havia abusado dela. Desde então, foi iniciado o acompanhamento da menina e a busca pelo suspeito, que ficou foragido e sendo alvo de mandado de prisão. Ele estaria preso em Pernambuco, segundo dados preliminares obtidos pelo ClickPB.

A Polícia Civil havia informado em dezembro que, segundo a avó da menina, a criança apresentou enjoos e tonturas, e precisou ser levada para uma unidade de saúde. A princípio, os médicos suspeitaram de Covid-19, mas após uma série de exames constataram que a criança estava grávida.

O ClickPB entrou em contato com o Ministério Público para saber como está sendo acompanhado esse caso. A resposta da promotora de Justiça de Patos, Larissa de França Campos, que atua na defesa da criança e adolescente, informou que “a Promotoria de Justiça já está em contato com o Conselho Tutear e Creas para viabilizar a interrupção da gravidez, se for do interesse da família e representantes legais da criança.”

Já o Conselho Tutelar de Patos informou ao ClickPB que o pai da menina, que mora em Goiás, está vindo à Paraíba para avaliar a situação com a avó dela. A mãe da criança já faleceu e ela vive sob os cuidados da avó.

A gestação da menina já teria completado quatro meses e ainda não foi interrompida, como garante a lei em casos de estupro, quando a vida da mãe corre risco ou quando o feto não tem cérebro.

Por Lucas Isídio.