Embora o registro tenha sido concedido, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), aprovou, nessa segunda-feira (12), o registro do lenacapavir, primeiro medicamento injetável que previne a infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) em quase 100% dos casos.

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| Foto: Imagem ilustrativa/Shutterstock |


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Vendido sob o nome comercial de Sunlenca, o fármaco recebeu duas indicações: uma é a profilaxia pré-exposição, ou seja, o uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas que não têm o vírus, mas estão sob risco de contrair a doença, reduzindo significativamente as chances de transmissão. E a outra é como tratamento de pacientes que possuem o HIV, já tenham utilizado outras terapias e apresentem um quadro de resistência a diferentes classes de antivirais.
O medicamento é indicado para adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste, com resultado negativo para HIV.
De acordo com a ANVISA, os estudos clínicos demonstraram alta eficácia do Sunlenca, com 100% de redução da incidência de HIV em mulheres cisgênero. O antirretroviral de primeira classe atua impedindo a replicação do vírus.
A agência informou ainda que, embora o registro tenha sido concedido, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. Já sua disponibilização no Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS e pelo Ministério da Saúde (MS).
Portal Picuí Hoje com informações da EBC.
Portal Picuí Hoje com informações da EBC.

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