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10.1.26

Aliados de Eduardo Bolsonaro voltam a pressionar EUA por sanções a Alexandre de Moraes

Movimento ganha força após agravamento das crises de saúde de Jair Bolsonaro na prisão.
Alexandre de Moraes, ministro do STF — Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom
Aliados do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) retomaram articulação nos Estados Unidos (EUA) para que o país volte a adotar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, semelhantes às previstas na Lei Magnitsky.

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Segundo informações apuradas pelo R7 Planalto, a iniciativa surge como reação às sucessivas complicações de saúde enfrentadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a mais de 27 anos de prisão e detido na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.

Nas últimas semanas, Bolsonaro passou por uma cirurgia de hérnia e outros dois procedimentos médicos para tratar crises de soluço. Nesta semana, relatou ter caído da cama no local onde está preso e precisou ser submetido a nova bateria de exames.

Na ocasião, Moraes autorizou a ida do ex-presidente ao hospital apenas 24 horas após a queda. O ministro exigiu esclarecimentos sobre o quadro clínico e solicitou à defesa a descrição dos exames solicitados. A decisão provocou críticas entre apoiadores do ex-presidente.

Aliados que atuam nos EUA afirmaram esperar que Donald Trump restabeleça as punições, alegando que o governo norte-americano teria cometido um "equívoco" ao revogar as sanções impostas ao magistrado.

Em julho de 2025, os EUA incluíram Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, medida que posteriormente também atingiu sua esposa, Viviane Barsi. No entanto, em 12 de dezembro, o país retirou ambos da lista, que impõe uma espécie de "morte financeira" aos atingidos.

Portal Picuí Hoje com informações do R7.

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