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sexta-feira, setembro 25, 2026

Homem condenado por queimar pessoa em situação de rua é preso anos após homicídio no Sertão da Paraíba

Condenado a 18 anos de prisão pelo crime ocorrido em 2019, homem de 55 anos foi localizado na zona rural de Pedra Branca nesta sexta-feira (25).
Foto: Reprodução/PCPB
Um homem de 55 anos, condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de Fábio Pedro da Silva, pessoa em situação de rua que foi atacada em Itaporanga, município situado na região do Sertão paraibano, foi preso nesta sexta-feira (25). O nome dele não foi divulgado.

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A prisão foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba (PCPB), que cumpriu um mandado de prisão definitiva em Pedra Branca, município também localizado no Sertão paraibano.

As diligências foram conduzidas por policiais do Grupo Tático Especial (GTE), vinculado à Déima Sétima Delegacia Seccional de Polícia Civil (17ª DSPC), com sede no município de itaporanganse. Durante as buscas, a equipe identificou que o condenado estava no Sítio Várzea de Dentro, localizado na zona rural de Pedra Branca.

Os policiais foram até o endereço e efetuaram a prisão. Conforme a PCPB, o homem será submetido à audiência de custódia e, depois, deverá ser encaminhado para a Cadeia Pública de Itaporanga.

A condenação está relacionada a um crime ocorrido em 4 de dezembro de 2019, nas proximidades do Terminal Rodoviário de Itaporanga. Segundo a PCPB, a vítima dormia quando o condenado ateou fogo em materiais que acabaram atingindo seu corpo.

Entenda o caso

Fábio Pedro da Silva estava em situação de rua quando foi atacado, conforme informações da PCPB. O crime aconteceu em 4 de dezembro de 2019, nas proximidades do Terminal Rodoviário de Itaporanga.

Segundo as investigações, Fábio estava dormindo quando o condenado colocou fogo em materiais que atingiram seu corpo. Além das queimaduras, a vítima apresentava lesões provocadas por agressões físicas.

Fábio foi socorrido e levado para o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, sediado Campina Grande, município situado na região do Agreste paraibano, onde permaneceu internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Ele morreu em 11 de dezembro de 2019, uma semana após ser internado.

Durante a investigação, a PCPB apontou que o homicídio foi cometido com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. O corpo de Fábio foi encaminhado ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.

O suspeito foi preso no mesmo dia do crime e permaneceu à disposição da Justiça durante o processo. Após o encerramento das possibilidades de recurso e a expedição do mandado de prisão definitiva, ele passou a ser procurado para cumprir a pena de 18 anos de prisão.

Portal Picuí Hoje com informações do g1 Paraíba.

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