Quadrilha utilizava redes sociais para se aproximar de empresários, migrava as conversas para o WhatsApp e depois ameaçava divulgar conteúdos íntimos em troca de dinheiro. Uma mulher foi presa suspeita de envolvimento no esquema.
Um empresário paraibano foi vítima de um esquema criminoso conhecido como “golpe do amor”, aplicado por integrantes de uma quadrilha com atuação em Pernambuco. Após estabelecer contato pelas redes sociais e trocar imagens e vídeos íntimos, ele passou a ser ameaçado pelos suspeitos, que exigiam dinheiro para não divulgar o conteúdo das conversas.
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| Foto: Divulgação/PCPB |
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O caso foi apresentado pelo delegado João Ricardo, da Polkícia Civil da Paraíba (PCPB), que informou sobre a prisão de uma mulher suspeita de participar das ações criminosas.
De acordo com as investigações, a suspeita utilizava um perfil no Instagram para iniciar conversas com empresários. Depois de estabelecer contato, conduzia as vítimas para o WhatsApp, onde as conversas avançavam e acontecia a troca de fotografias e gravações íntimas.
Posteriormente, os envolvidos utilizavam esse material para pressionar as vítimas, ameaçando tornar públicas as conversas e os arquivos recebidos. Para evitar a exposição, os empresários eram cobrados a realizar pagamentos.
Segundo o delegado, o empresário chegou a transferir dinheiro aos criminosos antes de procurar a delegacia e denunciar o caso. A partir da investigação, a polícia conseguiu identificar algumas pessoas envolvidas no esquema, resultando na prisão de uma das suspeitas.
“Uma mulher e outras pessoas que utilizavam o Instagram para iniciar conversas com empresários de outros estados. Migram [a conversa] para o WhatsApp, iniciam conversas intimas, enviam e recebem fotos e vídeos íntimos para depois fazer ameaças de vazar toda a conversa desses arquivos. Eles (suspeitos) pedem valores. O empresário chegou a pagar, até que procurou a delegacia. Identificamos algumas pessoas envolvidas e uma delas foi presa. As investigações vão continuar”, contou o delegado.
As investigações continuam para identificar os demais participantes da organização criminosa.
Portal Picuí Hoje com informações do Portal Correio.
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