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18.8.26

Justiça Federal concede BPC a mulher com fibromialgia após ação conduzida pela advogada Taynan Santos

Decisão judicial reconheceu impedimento de longo prazo e vulnerabilidade social, garantindo benefício de um salário mínimo mensal e pagamento de valores retroativos
Advogada Taynan de Medeiros Santos — Foto: Instagram/Reprodução

A Justiça Federal da Paraíba reconheceu o direito ao Benefício de Prestação Continuada, regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS) para uma mulher diagnosticada com fibromialgia e outras condições de saúde incapacitantes, após ação judicial conduzida pela advogada previdenciarista Taynan de Medeiros Santos.

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Como visto pelo Portal Picuí Hoje, a decisão representa uma importante vitória no processo judicial, uma vez que o pedido havia sido inicialmente negado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sob a alegação de que a requerente não atendia ao critério de deficiência necessário para receber o benefício assistencial.

A identidade da beneficiária, que é residente do município de Picuí, na região do Seridó paraibano, será preservada nesta publicação em respeito à sua privacidade, especialmente por se tratar de informações relacionadas à sua condição de saúde.

O processo foi julgado pela 9ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Campina Grande, sob o número 0013700-62.2024.4.05.8201. Após a ação ser levada à Justiça e a apresentação das provas necessárias, foi reconhecido que as limitações apresentadas pela mulher caracterizam impedimento de longo prazo, requisito previsto na LOAS para a concessão do BPC à pessoa com deficiência.

Fibromialgia e impedimento de longo prazo

A perícia médica realizada durante o processo judicial constatou que a beneficiária apresenta fibromialgia, transtorno depressivo recorrente e alterações na coluna vertebral.

A avaliação foi considerada no processo e contribuiu para o reconhecimento judicial das limitações enfrentadas pela mulher e da existência de impedimento de longo prazo.

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada e difusa, com duração superior a três meses, além de alta sensibilidade no corpo, cansaço intenso e alterações no sono. A condição também está relacionada à forma como o cérebro processa os sinais de dor.

Para a decisão judicial, a análise das condições de saúde e de suas repercussões na vida da beneficiária foi fundamental para o reconhecimento do impedimento de longo prazo exigido para a concessão do benefício.

Vitória judicial garante BPC e valores retroativos

Com a decisão favorável, o INSS foi determinado a conceder o BPC/LOAS à beneficiária.

O benefício assegura o pagamento de um salário mínimo por mês, além dos valores retroativos correspondentes ao período reconhecido na decisão judicial.

O caso conduzido pela advogada Taynan Santos demonstra a importância da análise individualizada dos pedidos de benefícios assistenciais e da possibilidade de buscar judicialmente o reconhecimento de direitos quando há negativa administrativa do INSS.

Para conferir mais informações sobre o caso e acompanhar o trabalho da advogada Taynan de Medeiros Santos, siga o perfil oficial no Instagram: 
@taynan_santosadv

Portal Picuí Hoje.

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