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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

RETRATAÇÃO: "Atraso no atendimento do Samu de Picuí, é responsabilidade do município de Campina Grande" diz Coordenadora

Recebemos um pedido de retratação da coordenadora da base do Samu do município de Picuí, Seridó paraibano por meio do nosso fone-whatsapp logo após a publicação de uma matéria que levou ao conhecimento da população um fato gravíssimo ocorrido no final da tarde deste último domingo (09), na cidade de Picuí, Seridó paraibano.

Relembre: Em Picuí: Após acidente, vítimas aguardam cerca de uma hora pelo atendimento do Samu

Como nosso espaço está sempre aberto à população, seja para tratar de todo e qualquer assunto que envolva o interesse público e por sempre assumirmos o compromisso de trabalho com seriedade e ética, resolvemos atender o pedido denfermeira Gésska de Oliveira Macêdo, atual coordenadora da base do Samu do município de Picuí, retratando o assunto e esclarecendo a verdade dos fatos à população picuiense.

De acordo com a coordenadora, o problema que tem tem causado a intensa demora no atendimento prestado pelos profissionais do Samu do município "não é um caso isolado e é de responsabilidade do município de campina Grande/PB".

"O Samu é um serviço em que chamamos de tripartite, ele é bancado pelas 3 esferas, que é estado, município e federação... Assim como as bases descentralizadas, a central reguladora é de responsabilidade do município, no caso a nossa é em Campina Grande. De estrutura física até o dimensionamento de pessoal. Ultimamente, estamos com um problema seríssimo com a regulação em Campina Grande e ontem mais uma vez entrei em contato para falar sobre essa demora e percebi que não é só o nosso município que passa por isso, ou seja, não é uma situação isolada. A regulação é formada por atendentes, médicos e rádio operadores, então a ocorrência para ser gerada passa por estes 3 profissionais. Antes disso, eles adotam um critério de urgência para repassar as ocorrências, por exemplo se em Picui foi gerada uma ocorrências as 16:00 horas mas foram geradas mais 5 ocorrências que são mais graves que a ocorrencia de Picui, eles dão prioridades as 5 para depois informar a nossa base descentralizada" - explicou a coordenadora. 

"Eu, particularmente, acho errado sim, e sugeri aos coordenadores e diretores de lá que solicite mais funcionários, ou então capacite os existentes para trabalhar de forma mais organizada" - salientou.

Em conversa com nossa redação, a coordenadora mostrou bastante preocupação com a situação que Picuí vem enfrentando e lamentou a angústia que a população vem enfrentando.

"Eu lamento essas situações que estão ocorrendo em Picuí, pois sou filha da terra, e entendo a angústia da população. Nós que somos de bases descentralizadas sofremos com esse tipo de conduta" - disse.

Ainda de acordo com a coordenadora, a mesma entrou em contato com alguns coordenadores de outras cidades que manifestaram o mesmo problema. Recebemos a confirmação que os mesmos irão se reunir para discutir como poderão resolver esse problema junto à regulação.
Agora fica a critério da população não se calar e continuar cobrando uma ação do poder público para que o problema com a regulamentação seja resolvida. E principalmente continuar orando e pedindo livramento a Deus, para que nunca necessite de socorro do Samu enquanto perdurar esta lastimável situação.

Voltamos a repetir: Nosso espaço estará sempre aberto à população, seja para tratar de todo e qualquer assunto que envolva o interesse público. Nosso compromisso é de trabalho com seriedade e ética.

Fica o lembrete à população que tem conhecimento de que no início deste ano, a Prefeitura de Picuí licitou R$ 1,2 milhões em peças para a frota municipal. Com isso, a população deveria dispor de pelo menos duas ambulâncias, uma de suporte básico e outra com suporte avançado (U.T.I. móvel).
Portal Picuí Hoje.

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