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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Manifestações crescem em Campina Grande; comércio e bancos fechados

A onda de paralisação que sacudiu o Brasil nesta sexta-feira em protesto contra a reforma trabalhista, cresceu em Campina Grande; Os manifestantes tomaram conta da avenida Maciel Pinheiro no Centro da cidade, e estão tentando impedir as lojas de abrirem. O clima é tenso.

Com faixas e cartazes, eles se concentraram na Praça da Bandeia de onde se direcionaram aos estabelecimentos comerciais, com palavras de ordem, exigindo o fechamento das portas.

– Fechem as portas! Fechem as portas! Exigimos que o comércio esteja fechado, é direito do trabalhador participar da paralisação – gritavam os manifestantes. Mesmo com a orientação de greve geral, realizada em todo Brasil, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande (CDL-CG) anunciou que as lojas vão permanecer funcionando normalmente, exercendo o direito de livre comércio.

A mesma nota foi divulgada pelo SindFarma, avisando que as farmácias vão permanecer abertas.

Já os comerciantes do Shopping Edson Diniz anunciaram ontem, que não vão abrir o shopping, por motivo de segurança.

Além de fechar o Centro comercial de Campina Grande, os manifestantes seguiram para as agências bancárias onde impediram os bancos de funcionar.

Eles ficaram posicionados em frente aos bancos, no Centro de Campina Grande, anunciando que não haverá expediente.

Nas agências, segundo os grevistas, apenas os caixas eletrônicos vão funcionar. Algumas lojas que abriram na manhã desta sexta-feira, 28, já fecharam as portas, e dispensaram os funcionários.

Com palavras de ordem, os manifestantes tem denunciado os efeitos nocivos da reforma da Previdência e Trabalhista em tramitação no Congresso Nacional. Com apoio de vários órgãos e instituições, ele denunciam a perda de conquistas históricas e de direitos assegurados pela Constituição Federal.

Na Praça da Bandeira, no Centro, manifestantes interditaram as ruas Marquês do Herval, Maciel Pinheiro e Venâncio Neiva e realizam protesto em frente a estabelecimentos abertos. De acordo com a organização do protesto, cerca de 3,5 mil pessoas participam do ato. A PM não informou o número de participantes até agora há pouco. 

Portal Picuí Hoje com Severino Lopes/PB Agora.